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Secretária de Estado Hillary Clinton disse que voluntários eram pessoas heróicas e generosas e afirmou que assassinato foi ato insensato, neste domingo (8)
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Por Simão Mairins, www.administradores.com.br
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Fonte: Reuters News
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O dólar à vista fechou em alta nesta segunda-feira, com ajustes de posições no mercado após a sondagem do Banco Central sobre um possível leilão de swap cambial reverso. A moeda americana terminou o dia a R$ 1,767, em alta de 0,4%. No mês, o dólar acumula queda de 2,05% e, no ano, valorização de 1,38%.
A alta do dólar nesta sessão foi um reflexo da sondagem feita pelo BC na sexta-feira, por volta de 17h40, para verificar se havia demanda por um leilão de swap reverso. A sondagem foi confirmada à Reuters por cinco instituições.
Logo após o contato do BC com os bancos “dealers” de câmbio, o dólar futuro (negociado diariamente até as 18h) acelerou e encerrou a sexta-feira em alta. O movimento desta segunda-feira no mercado à vista foi um ajuste à reação do mercado futuro no fim da tarde de sexta-feira.
“O intuito do BC acho que era tentar segurar um pouco a queda do dólar, e conseguiu”, disse Arnaldo Puccinelli, gerente de mercados financeiros da corretora Terra Futuros. “Dá para perceber que o pessoal está zerando posicao, está comprando”.
“Agora, o que também dá para perceber é que, se não tiver nada no mercado hoje à noite, o mercado deve devolver”, disse.
Ainda não havia confirmação sobre o retorno do Banco Central aos swaps reversos, tirados completamente de mercado ao longo de 2009, até junho, após a crise financeira global. Dos dealers que confirmaram a sondagem à Reuters, dois manifestaram interesse no instrumento e um disse que não havia demanda.
Ao longo do dia, porém, a alta do dólar perdeu força, com queda da moeda nos contratos futuros na BM&FBovespa. O contexto de menor aversão a risco no mercado internacional ajudou, com alta de quase 1% das bolsas americanas.
Em Brasília, o Banco Central divulgou que o déficit em transações correntes de junho, de US$ 5,18 bilhões, foi o segundo pior de toda a série histórica iniciada em 1947.
O BC informou ainda que o fluxo cambial de julho está negativo em US$ 2,93 bilhões até o dia 22, com US$ 12,95 bilhões em posições vendidas pelos bancos.
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A Europa, sempre lembrada como uma região de altíssimo desenvolvimento econômico e bem-estar social, agora tem sua imagem associada a turbulências de mercado. Entenda como o descontrole das contas públicas e as particularidades políticas do continente conduziram a zona do euro a uma crise financeira que levará anos para ser totalmente superada.
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